Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor. Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se ele tivesse conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!
- autor desconhecido
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Quem sou eu
Bruna Moreira, com tão pouca idade coleciona grandes experiências que a tornaram a pessoa que é hoje. Uma boa mineira que adora uma prosa e uma musica melancólica, se apaixona facilmente pelas pequenas coisas da vida. Tem um amor absurdo por idosos e ainda tem dificuldade em si amar. É exagerada e curte sair com os amigos, se apaixona pelo jeito das pessoas e muitas vezes quebra a cara com isso. Gosta de livros e de autores que escrevem além de palavras, sentimentos. Aqui você irá encontrar seu maior acervo de textos, poemas e fotos que podem mudar o seu dia, entre e apaixone-se.
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